O overclock no Core i9-14900KF alcançou 9,13 GHz e fez com que o chip se tornasse o processador mais rápido do mundo. A façanha foi conquistada pelo overclocker chinês wytiwx, que utilizou hélio líquido para resfriar a CPU e atingir a marca homologada oficialmente pela plataforma HWBot.
A frequência registrada foi de 9.130,33 MHz, superando em 13 MHz o recorde anterior, que pertencia ao Core i9-14900KS. Essa pequena diferença foi suficiente para inscrever o 14900KF no topo do ranking global, consolidando o domínio da família Raptor Lake nos desafios de frequência.
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O hardware usado no recorde
Para alcançar essa marca, wytiwx utilizou uma placa-mãe Asus ROG Maximus Z790 Apex, modelo projetado para overclock extremo. O setup contou ainda com um único módulo de memória Corsair Vengeance DDR5 de 32 GB, configurado a 5.744 MHz, uma GeForce RTX 3050 para vídeo e uma fonte Corsair HX1200i para garantir estabilidade energética.
A tensão aplicada foi de 1,388V, considerada muito alta para condições normais de uso, mas que não comprometeu a estabilidade graças ao resfriamento com hélio líquido. Esse recurso, que chega a temperaturas de -269 °C, é essencial para controlar o calor gerado quando os processadores ultrapassam seus limites de fábrica.


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O legado dos recordes de frequência
Durante anos, a AMD dominou a cena de overclock em frequência com a linha FX, em especial o FX-8370, que alcançou 8.722 MHz em 2014 sob o comando do overclocker finlandês The Stilt. Esse recorde perdurou por quase uma década, até ser superado em 2023 pelo Core i9-13900K.
O sucesso recente dos chips Intel da linha Raptor Lake e Raptor Lake Refresh demonstra que os limites do silício atual estão sendo testados até a exaustão. A diferença entre os últimos recordes é mínima, indicando que talvez a barreira dos 10 GHz esteja além do alcance da atual geração de processadores.
Na comunidade de entusiastas, os recordes não se restringem apenas às CPUs. Recentemente, uma RTX 5050 overclockada atingiu 3.300 MHz e quebrou seis marcas no Time Spy, enquanto a RTX 5090D da Galax chegou a impressionantes 3.650 MHz e 36 Gbps, reforçando a disputa acirrada entre quem busca levar GPUs e CPUs ao limite.
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O futuro do overclock
Especialistas acreditam que o teto de desempenho das CPUs em silício está próximo, já que ganhos além de 9 GHz dependem de condições extremas e incrementos de apenas alguns MHz. O próximo salto pode depender de novas arquiteturas, como a futura Nova Lake, prevista para chegar em breve, ou de materiais alternativos que substituam o silício.
Ainda assim, a comunidade de entusiastas continua motivada pelo espírito de superação. Como lembram alguns veteranos, o overclock extremo não busca utilidade prática no dia a dia, mas sim quebrar barreiras e mostrar até onde a tecnologia pode ser levada.
Fonte: hwbot


