NVIDIA GeForce Now limita jogatina a 100 horas por mês em dois planos

A NVIDIA anunciou que a partir de 1º de janeiro de 2026, cada assinatura do GeForce NOW será limitada a 100 horas de jogo por mês. A empresa está implementando sua promessa de 2024, com a opção para os usuários adquirirem tempo de jogo adicional conforme necessário.

No nível performance, que custa R$ 19,99 por mês, após atingir o tempo de jogo de 100 horas, os usuários podem comprar blocos extras de 15 horas por US$ 2,99 cada (R$ 16,50). Para o plano Ultimate, que sai por R$ 39,99 por mês, blocos adicionais de 15 horas estão disponíveis por US$ 5,99 (R$ 33,06).

Créditos: Abya/NVIDIA.

Como a média dos meses é de cerca de 30,437 dias, qualquer tempo de jogo que exceda o limite de 100 horas é arredondado para o próximo bloco de 15 horas. Isso poderá levar a uma cobrança extra se alguém quiser mais tempo de jogo.

Ou seja, jogar cerca de três horas por dia (aproximadamente 91 horas por mês) permanece dentro da taxa básica. Porém jogar quatro horas diárias (cerca de 122 horas por mês) já resultará em custos extras.

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Redução de Filas

Créditos: NVIDIA.

A mudança é para ajudar a empresa a gerir a alta demanda, garantir filas menores, maior qualidade de conexão e pode afetar consideravelmente os jogadores entusiastas. O GeForce Now também limita a duração da sessão contínua (6 ou 8 horas de sequências).

Um dos problemas é que o cronômetro é mensal. Isso significa que, ao atingir 100 horas de jogo, o acesso é interrompido, a menos que o usuário compre horas adicionais. E até 15 horas não utilizadas poderão ser acumuladas para o mês seguinte.

O impacto certamente será maior para os jogadores entusiastas que jogam mais de 3 horas e 30 minutos por dia, que deverão precisar comprar horas extras. No reddit, já fizeram uma tabela relacionando custo e tempo de jogo.

Mercado em crise

Por enquanto, a página brasileira do GeForce Now não fez essas alterações nos planos e, por isso, ainda não estão disponíveis os preços das horas em reais. A boa notícia é que eles deverão ser arredondados para baixo, pois os preços das mensalidade não são uma conversão direta dos preços em dólares.

Outro problema é que, com a crise no mercado de memória RAM e SSD, além da promessa de aumento das GPUs, o GeForce era uma opção atrativa para muitos usuários. Porém, com a mudança, ele deixa de ser tão interessante e pode valer mais economizar para comprar um PC de ponta.

Um alternativa é a novidade da Maingear, que lançou PCs pré-montados sem RAM para ajudar os usuários a alcançarem sistemas mais acessíveis. A opção permite que os usuários adquiram memórias mais baratas, conforme conseguirem promoções ou já possuírem kits para adicionarem no PC pré-montado.

Fonte: NVIDIA.

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