Emulador RPCS3 passa a rodar ISOs criptografadas do PS3

Um dos emuladores mais populares de PlayStation 3 (PS3), o RPCS3 ganhou na última sexta-feira (11) uma atualização que deve facilitar muito o acesso a jogos. Segundo os responsáveis pelo software, agora ele é capaz de trabalhar com ISOs de games que ainda estão criptografadas.

Para isso, basta que a chave de descriptografia correspondente esteja localizada na mesma pasta que o título que deve ser executado. E a promessa é que isso não vai resultar em nenhum problema de compatibilidade, tampouco interferir na velocidade com que jogos são carregados.

Até então, não bastava que os usuários do RPCS3 tivessem feito o backup de suas ISOs para usar o emulador. Eles precisavam descriptografá-las, em um processo que não era exatamente complicado, mas tornava o uso do software menos intuitivo do que era desejado — especialmente entre o público mais casual.

RPCS3 vai continuar recebendo melhorias

O grande avanço recente conquistado pela equipe dedicada ao RCPS3 é resultado das colaborações do desenvolver digant73, que foi devidamente creditado por sua ajuda. Além de facilitar o uso do software, a decisão também deve garantir uma preservação melhor dos jogos do PS3, que vão poder ser mantidos em um estado mais próximo aos Blu-Rays originais.

Essa é somente a melhoria mais recente do emulador, que tem ganhado várias conveniências nas últimas semanas. Em março, seus criadores adicionaram novas opções que permite carregar jogos diretamente do Steam, a partir da interface Big Picture, criada para funcionar com controles.

Imagem: Divulgação/RPCS3

Já no início de abril, o RCPS3 ganhou melhorias técnicas que o tornaram muito mais leve. Com isso, mesmo quem não tem CPUs consideradas top de linha notou melhorias de desempenho consideráveis ao tentar rodar os jogos do PS3, console cuja linguagem de programação é conhecida por dificultar qualquer tipo de emulação.

Segundo os responsáveis pelo software, isso é resultado de um conhecimento mais profundo sobre a maneira como a CPU Cell do console funciona. Ela possui uma SPU (Unidade de Processamento Sinergético) que, embora seja difícil de programar, traz resultados surpreendentes para quem aprendeu a trabalhar com a solução.

Fonte: WCCFTech

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