Famoso insider ainda acredita no PS6 em 2027, diz que AMD já valida sua APU

O caos atual no mercado de componentes de hardware, causado pela corrida por IA generativa, tem deixado muitas dúvidas no ar e os rumores e vazamentos estão mais desconexos que o de costume. Em meio a diversas previsões do adiamento do PS6, um dos insiders mais conhecidos da área insiste que o console sai em 2027.

Em uma discussão que ficou um pouco mais acalorada no fórum NeoGAF, KeplerL2 respondeu a um dos membros da comunidade que ridicularizava a insistência do insider e do canal MLID (Moore’s Law Is Dead) de que o PS6 pode sair ainda em 2027, e não tão mais caro.

Fonte: NeoGAF

Como mostra a captura acima, o conhecido vazador diz: “você acha que a AMD vai desperdiçar recursos validando algo que eles acham que será adiado?”. Ele ressalta, então, que a APU do PS6 já passa pelo seu processo de validação, e que isso não aconteceria se um lançamento em 2027 não fosse possível.

O autor do primeiro post responde então listando os conhecidos problemas atuais que poderiam causar um adiamento do console. Não apenas os preços crescentes de componentes, mas também o fato de que o PS5 ainda vende bastante – e recentemente passou por um aumento de preço.

Contrato entre Sony e AMD poderia garantir PS6 em 2027

KeplerL2 não continua o debate sobre a janela de lançamento para o PS6, mas o TechPowerUp levanta uma possibilidade que nem sempre aparece nesse tipo de discussão. Se AMD e Sony já firmaram um contrato para o console antes da crise das memórias, pode ser que as empresas sejam obrigadas a entregar a nova geração no ano acordado.

Especialistas alertam: todos os PS5 podem precisar de manutenção por desgaste do metal líquido
Pixabay

Isso poderia, no entanto, criar uma situação ainda mais complicada para o PS6. Se a escassez de componentes continuar assolando o mercado – como muitos preveem que vai – o videogame pode sofrer com uma escassez de unidades para vender ainda pior do que foi a estreia do PS5.

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Com rumores de um lançamento a valores já exorbitantes, “forçar” uma estreia em 2027 pode ser um duro golpe em um dos períodos mais importantes para toda nova geração.

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